Pages

sexta-feira, 27 de março de 2009

The Über.


A revista GQ abriu um editorial lindo com a seguinte frase: “Se você é perfeita, lembre-se que ela vive no mesmo planeta que o seu”. Arrasou!




Outro delírio ligado ao seu nome foi quando desfilou com sutiã de diamantes no valor de US$ 12,5 milhoes.


Gisele Bündchen foi apresentada ao mundo, da seguinte maneira: capa da Rolling Stones britânica com o titulo, “a garota mais bonita do mundo”. Estávamos no ano de 2000, ela havia ganhado a pouco tempo o prêmio de “modelo do ano”, concedido pela Vogue América e o canal VH1. E a trajetória rumo ao topo, apenas começava!



Na famosa e tradicional festa do MET de NY. Esse vestido é Dior, e se você entrar no site da grife, ele aparece no vídeo que é apresentado pelo próprio Galiano onde ele explica a história e a qualidade da Maison. Retundante, esta informação. É só olhar e vemos que é de primeira linha!
No mesmo ano, fechou contrato com a Victoria’s Secret tornando-se o anjo mais caro de todos os tempos. Engatou o namoro com Leonardo DiCaprio, mas perdeu a chance de brilhar definitivamente no tapete vermelho nos prêmios da Academia em 2005, quando o moço concorria a melhor ator por “O Aviador”. Aquele vestido branco, ninguém merece!


Sua paixão e gratidão a dupla italiana “Dolce&Gabbana”, é um fato e é interessante. Ela os chama de “meus primeiros patrões”.




No começo da carreira, inicada em 94. Teve ajuda de Mário Testino. Que diferença, né?! Aposto que ela não imaginava o que estava por vir.



Em 2007, a revista Forbes publicou que Bündchen ganhara US$ 33 milhões. Um ano antes, foi ao Japão para receber o prêmio de “modelo do milênio”. E não bastasse para ela, em 2008 foi a um evento em NYC no Metropolitan, usando esse vestido costurado no corpo em cetim branco. Uma criação Atelier Versace. Os brincos, cortesia da nossa brasileiríssima Vivara.


.... Outra imagem do editorial da GQ. Corpo e carreira, únicos!
 
Foi mais de 500 vezes capa de revistas pelo mundo. Adoro esses dois outros momentos de sua carreira.


Aqui na revista Vanity Fair, onde "Über" apresenta um look dos anos 70.




Neste momento, ela veste uma criação de Dior comemorando 60 anos de existência de uma das maiores casas de moda.

A Revista Time pergunta: "quem tem o poder???" Você ainda tem dúvida?!

terça-feira, 24 de março de 2009

Let's dance - Billy Elliot.


Hoje revi este filme que fez muito sucesso e pelo qual sou apaixonado. A Miramax não quis apostar tanto no Oscar de '01, mas enfim, uma grande idéia com um elenco brilhante, trilha marcante e uma direção primorosa. O responsável por isso é o Stephen Daldry (As Horas e o O Leitor)e que narra a história do menino que dá o título do filme, numa pequena cidade mineradora da Inglaterra dos anos '80. Imagina a cena: o filho de peão que quer ser bailarino! E depois dizem que encontrar o seu lugar no mundo e na vida é fácil! E é justamente essa jornada que acompanhamos neste filme. Billy é matriculado nas aulas de boxes, porém, se sente atraído pelo balé. A professora interpretada pela gloriosa Julie Waters (indicada ao Oscar '02 de atriz coadjuvante e vencedora do BAFTA pela mesma categoria), enxerga naquele menino, um grande potencial e resolve convidá-lo para fazer uma aula. Ele gosta e começa a freqüentar. A família não sabe e como ele não tem mãe vê na professora, uma substituta. E com o passar do tempo, ela o matricula para fazer testes no balé nacional de Londres. E de fundo vemos a dificuldade e a dureza da greve que o sindicato dos mineradores (do qual o pai e o irmão mais velho de Billy, fazem parte) causa nas pessoas daquela região. Eles decidem que não querem aquela vida para o menino. Então, partem para Londres onde ele faz as audições necessárias para ser aceito na Companhia Nacional.

Enfim, ele passa nos testes e tem que se mudar para a capital, onde numa passagem rápida de anos, vemos o pai e o irmão chegando ao Teatro Nacional para ver a grande estréia de Billy como primeiro bailarino. Lá encontram com o amigo de infância Michael (interpretado por Stuart Wells) que diz "não perderia isso por nada no mundo". E é sobre este elo que eu gostaria de lançar as seguintes perguntas: O que nos impulsiona a encontrarmos o nosso lugar no mundo? E temos a menor idéia da influência que exercemos sobre as pessoas ao nosso redor? Outro fator importante e que merece destaque: a música sempre esteve presente na vida desta família (o irmão mais velho de Billy, Tony, é um aficionado por bandas da década de '70 e '80). Alguns dos clássicos do T. Rex e Clash estão presentes na trilha. Mais do que indicado, aprovado e recomendado. Só de pensar que "Billy Elliot" está para completar 10 anos!


 

sábado, 21 de março de 2009

Um olhar sobre os criadores.

O que dizer sobre este homem que criou as coleções safari, as sandálias de camurça, o smoking feminino e tantas outras peças clássicas no guarda-roupa de toda mulher?! Ah, já sei: um verdadeiro gênio! Yves-Saint Lourent.



Gianni Versace, trouxe o couro para a Couture. Dizia-se que ele vestia as amantes. Afinal das contas, elas sempre se divertem mais. O shape da mulher Versace, é sensual e belíssimo. Depois de sua morte trágica em 97, quem cuida do império é a sua irmã, Donatella.


O último grande mestre, Valentino. Foi criado uma tonalidade de vermelho para homenagear este artista. As italianas e toda mulher chique e poderosa, o ama. Aposentou-se em 2008.


E se você quer completar o look, vai precisar do sapato. Então, fale com este senhor, Manolo Blahnick. O sapateiro que ganhou uma edição inteira da Harper Bazaars para festejar a carreira brilhante que teve. Gisele sempre usou, mas quem deu fama a ele, foi Sarah Jessica Parker, em um dos episódios de Sex and the City.


O fotógrafo mais do que atemporal, Richard Avadon foi o criador desta imagem. Belíssima!


Madame Coco Chanel. A grande dama da moda. Sem comentários. O que fez pela mulher no século 20 foi inestimável. Odiava joelhos à mostra.



Christian Dior, o criador do "new look". Imagino o furor e mal-estar que criou quando apresentou no pós-guerra, camadas e camadas de tecidos para vestir a mulherada parisiense.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Um olhar sobre as criaturas.

Criaturas no mundo todo disseram "amém" a esta criação. Pelo menos, nos países frios onde se não se tem o costume do banho diário, esta é uma arma eficaz.



"sou louca sim, mas sou Naomi Campbell. E você, quem é?!" Apesar de tudo, eu adoro vê-la caminhar pela passarela. As vezes, penso que essas mulheres são feitas no torno!


Nenhuma outra modelo mudou tanto a cor dos cabelos, quanto Linda Evangelista. Voltou com toda a força da Phoenix para estrelar a campanha milionária da Prada.



Este desfile histórico de Versace, aconteceu em '93. Nenhum outro estilista conseguiu reunir esse elenco novamente. Do mesmo ano, ele nos brindou com uma das coleções mais ousadas da moda. Fez um look de prostitutas com símbolos religiosos em boleros, saias e botas de canos altos.


Cláudia Schiffer, ícone da década de '90. Estrelou a lendária campanha da GAP, onde foi comparada a Brigitte Bardot. Um corpo escultural. E hoje, é estrela absoluta da campanha da Chanel.
A nossa Cláudia, mas com sobrenome Liz. Grande nome da moda nacional nos anos '80 e '90. Vibrei ao vê-la nos primórdios do SPFW (com nome de Phitoervas Fashion, depois alterado para Morumbi Fashion), e gostei muito quando saiu na Playboy. Saudades. Ficaria feliz em vê-la novamente na semana de moda.


O rosto mais conhecido da década de '80: Cindy Crawford. Campeã absoluta das capas de revistas e campanhas publicitárias milionárias. Tornou-se selo de qualidade em tudo o que fazia. Nunca foi adorada nas passarelas. A meu ver, foi a primeira grande super modelo.


Kate Moss, eu amo de paixão! Causou furor quando chegou ao mundo da moda. Passou por problemas, como qualquer pessoa, e estrelou em 2008, essa campanha para YSL. Simplesmente, demais!!!



Madonna em '94 para Versace. Tem aquelas fotos com vestidos brancos e carrinho de bebe. Mas esta foto é lendária. Fantástica. A influencia e o olhar único desta mulher na sua carreira e em tudo que faz, são brilhantes.


Kate Moss e Mark Wahlberg (ainda modelo e cantor) em 91. Imagem MARA para o inicio desta década que foi sensacional. Os anúncios e revistas eram muito mais interessantes.


Ana Beatriz Barros, ainda quero vê-la no topo. Esses olhos verdes e grandes parecem que vão te devorar. 

O anjo mais perturbador da Victoria's Secret: Adriana Lima. Não a vejo tanto nas semanas de moda internacionais. Mas quando chega o fim de ano, brilha com força total nos desfiles da grife americana.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Um olhar sobre o amor.


Dedico a postagem de hoje a este filme que foi mais do que premiado por Hollywood (vencedor do Oscar de melhor filme em 86, entre tantas outras categorias) e aclamado pela crítica e pelo público através do mundo. Já nasceu clássico!



A casa de Karen Blixen e onde toda aquela viagem fantástica, começou.


Na década de '90 foi transformada em Museu e até os dias de hoje, pessoas do mundo inteiro vão até lá para tentar descobrir a loucura e a delicia que é e de ser amado.



Este romance começou com um presente e o dom da palavra.



Quem é que não quer fazer parte do mundo da pessoa amada?!
 

Esta cena é super sexy. Adoro!
 
A cena do voô sobre a África é clássica e atemporal! E com a trilha sonora fabulosa criada por John Barry, melhor!





Robert Redford na sua melhor forma... sem comentários!
 

Quase no final do filme, onde ela pede "clemência" aos massai para permanecerem nas terras da fazenda, ao Governador do Quênia, recém-chegado.



E em frente a casa, sentindo a morte de Denys. Não encontrei uma foto decente do enterro dele, mas como eu quero deixar algumas coisas subentendidas, esse post seguirá esta linha de raciocínio. O filme tem um roteiro brilhante e muito bem escrito. Não me canso de ver. Já está mais do que recomendado.

quarta-feira, 11 de março de 2009

O olhar sobre si mesmo.


Quando anunciaram a venda deste livro, vou ser sincero, não me empolguei como deveria. Mas enfim, depois de algum tempo, fui encontrar com uma amiga que voltava de férias de Buenos Aires e jantamos na Av. Paulista, num restaurante que hoje, infelizmente não existe mais. Depois do jantar (que foi bárbaro, por sinal!), entramos numa livraria próxima ao restaurante e fui ver livros de moda. Queria comprar um do Versace, mas o preço me desanimou e quando já ia saindo de lá, olhei para a última prateleira e ele estava me esperando! Era o ultimo exemplar. Eu tinha que trazê-lo para casa. Devorei metade do livro no mesmo dia (fui dormir por volta das duas da manhã), um deleite para os olhos! Uma enxurrada de fotos, desde a infância dos integrantes, passando pelo colegial onde aconteceu a formação do grupo, mostrando os primeiros ensaios na cozinha da casa do Bono, quando eles fizeram os primeiros shows nos EUA (ainda nos anos 70), a consagração com “The Joshua Tree”, onde ganharam o Grammy de álbum do ano, até “How to desmontable an a atomic bomb”, então o mais recente trabalho. Foi um investimento para a minha alma. Não me arrependi. É tanta informação postada neste livro, que existem momentos que você pensa que sabe tudo mesmo sobre eles. Mas a foto que mais me comoveu foi a dos pais dos integrantes. Parecem clones! O pai do Bono, inclusive está com aqueles óculos de “the fly”. Fiquei de queixo caído, com tamanha semelhança! Fui ao show de 98 (outro momento incrível na minha vida), fiz questão de não ir ao de 2006, por que vocês devem se lembrar da palhaçada que foi para comprar os ingressos. Achei uma falta de respeito. Assisti pela TV. Lindo, lindo e lindo. Essa publicação nos leva para dentro do coração pulsante de uma das maiores e melhores bandas do mundo. Quem nunca ouviu e viu, não sabe o que está perdendo. E quem já o fez sabe do que estou falando. Tenho certeza de que você vai se apaixonar.

Anos 90.

Collective Soul, é uma daquelas bandas que fazem um sucesso danado e, depois somem e  creio que o seu maior sucesso, foi justamente com esta música, “The World I Know”. Isso foi lá no distante ano de 97. Justamente nesta época, começava uma jornada que eu não esperava fazer. Mas enfim, foi ótimo ter encontrado com você. Espero que esteja tudo bem na sua vida. E este som, embalou e muito os meus pensamentos.

RuPaul tomou de assalto os mundos da musica e da moda. Isso foi em 93, e me lembro que ele foi a primeira drag a vender mais de um milhão de copias do álbum de estréia “House of Love”, e o primeiro gay a ser o rosto mundial das campanhas da marca canadense de cosméticos, MAC. Coincidiu com as minhas idas as boates, e amava chegar ao Clube Base, no centro de São Paulo, e ouvir todo mundo cantando: YOU BETTER WORK, BITCH!


“More than Words”, é a cara e é o hino do meu colegial. Estudei de 89 a 91, no colégio Basilides de Godoy, na zona oeste de São Paulo. Tem um clipe que fiz com algumas fotos tiradas na época e que foram feitas na festa do reencontro em 2005. Hoje, vejo aquilo com uma experiência quase de cinema, mas que por algum motivo, alguém se esqueceu de ligar a câmera. Mas como algumas coisas que acontecem conosco, tem que ficar na lembrança, apenas para serem visitadas às vezes. Ainda penso em alguns que não vi mais, e torço para revê-los e poder conversar novamente. Tenho muita saudade das pessoas que conheci e sei que deixei boas lembranças em suas vidas, assim como fizeram comigo.


É claro que a minha Rainha não podia ficar de fora desta festa. Este hit, “Vogue”, é uma homenagem ao mundo da moda e foi inspirada em uma dança criada por drag queens das boates de NY. Na turnê “Blondie Ambition”, de 90, a coreografia era fantástica e as roupas criadas por Jean-Paul Gaultier, entraram para a história. Na minha opinião, é a melhor turnê da Madonna. Strake a pose and c’mon Vogue!


Abrimos a década com a chegada da MTV. Um canal que só tocava música 24 horas por dia? Como assim? Em casa não tínhamos um modelo com UHF, então depois da escola eu ia à casa de uma amiga pra ver. E como era bacana! Entrar com contato com aquele mundo de vídeo clipes, alguns eu não tinha idéia que existia! E uma das bandas que vi bastante foi o Tears for Fears, e deste álbum saiu o maior sucesso da carreira desta banda, “Woman in Chains”. Perfeita!

sábado, 7 de março de 2009

A melhor banda do mundo.


Quando eu ouvi "sunday bloody sunday", em meados dos anos '80 na garagem da casa de um vizinho fiquei curioso e estarrecido com aquele som inquietante e intrigante da voz do vocalista e da bateria que fazia com você fosse jogado contra a parede. A minha memória emocional é muito aguçada, desde sempre. Acho que é coisa de espírito velho, mas isso é assunto para outra postagem! E essa curiosidade em querer saber o que era cantado, me fez implorar e me jogar (literalmente) aos pés dos meus pais, para que eu fizesse curso de inglês. Aí, quando finalmente pude entender a letra, me desfiz em lágrimas. Tinha encontrado alguém que me entendia e me fez um pouco menos sozinho, neste mundo. Surgia ali, uma admiração que tenho certeza, permanecerá por muuuitos anos. Lembro que no colegial, quando via MTV na casa da minha amiga Izabel e os vídeos deles passavam, eu pedia pra aumentar o volume no máximo. E quando comprei o primeiro vinil (olha que coisa moderna!), foi The Joshua Tree. A saudade que tenho dos bolachões é dos encartes. Dava pra ver direito as fotos e as letras das músicas, agora só com algum esforço, pois as letras impressas e minúsculas, só por Deus!
 
Depois, comprando os outros discos, fui me deslumbrando com a riqueza de emoções e loucuras que esses caras cantavam. Eu concordo com B.B. King quando disse a eles: "vocês são muito jovens pra cantarem esse tipo de coisa". Mas pessoas observadoras são assim, fazer o quê? Então, veio "the unforgettable fire" e com ele veio "Bad", onde a dor que sentimos em ver a pessoa amada se autodestruir e a nossa incapacidade de ajudar.

E quando eu pensei que eles não poderiam lançar algo melhor, chegamos a '91 e no ano que terminei o colegial veio também "Achtung Baby". Definitivo. Abri a década de '90 com este novo caminho escolhido por eles e não fiquei decepcionado. Novamente mas de maneira mais ampla, eles cantam a alegria e tristeza do amor, em todas as facetas. Neste álbum, tem "one", "so cruel", "ultraviolet" e tantos outros sucessos. Foi a redenção! Neste patamar, pelo menos eu penso, eles não conseguem se superar!



E para fechar os anos '90, vem "Pop". A meu ver, o álbum mais fraco. Chegou sem dizer a que veio e não agradou muito aos fãs e a crítica. Mas enfim, é outra visão que deve ter o seu valor. Continuo em tentar descobrir qual é. Deste, gosto muito de "if God will send His angels", trilha de "Cidade dos Anjos". Grandes recordações deste filme.

Onde quer que você esteja eu lhe desejo o melhor. Nunca deixei de pensar em você. Quem sabe um dia, possamos nos ver novamente.

Ficarei muito feliz.